Dior inaugura loja pop-up no aeroporto de Guarulhos

dior-maquiagemEm parceria com o aeroporto de Guarulhos e a Dufry, rede suíça líder global em varejo de viagem, a marca francesa de luxo inaugurou um espaço dedicado aos cosméticos e com atendimento diferenciado.

A Dior inaugurou no dia 13 de julho sua mais nova loja pop-up no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O espaço tem 65m2 e está localizado no Terminal 3, dentro da área de embarque.

8787O novo espaço traz uma experiência diferenciada e personalizada aos clientes que estiverem no aeroporto, contando também com um espaço inspirado em um bar, dedicado ao público masculino.

Quem passar pelo local poderá conferir de perto as novidades da marca, tirar dúvidas com os consultores especializados e até mesmo fazer uma maquiagem rápida antes do voo.

8788O espaço pop-up da Dior no aeroporto de Guarulhos funciona diariamente das 6h às 24h e e deve ser mantido até fevereiro de 2018.

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As seis melhores cidades próximas à capital para curtir o inverno

CAMPOS DO JORDAO /   / foto: Fernando Moraes/VSCampos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, Paranapiacaba, São Roque, Cunha e Monte Verde têm festivais especiais para a estação

Em comum, elas têm temperaturas mínimas que podem chegar a 5 graus ou menos durante o inverno; restaurantes e bares aconchegantes, muitos com vista para as montanhas; e festivais de inverno animados, com muitas novidades nesta estação. Conheça as seis cidades que ficam a menos de 250 quilômetros da capital ideais para curtir o friozinho:

Capivari: centrinho animado de Campos do Jordão

CAMPOS DO JORDÃO
(180 quilômetros de São Paulo)

Até o dia 30 de julho, quem for à cidade poderá assistir a um dos concertos de música clássica do 48o Festival de Inverno, que tem apresentações gratuitas na Praça do Capivari, na Igreja de Santa Terezinha e na Capela do Palácio do Governo. Os concertos pagos são realizados no Auditório Claudio Santoro e têm ingressos à venda pela Compre Ingressos.

Algumas novidades foram preparadas especialmente para este ano, caso do Boulevard Campos do Jordão. Fixo até o dia 29 no Centro de Convenções de Campos do Jordão, o empreendimento conta com pista de patinação, lojas e estandes de mercadorias diversas. O projeto Arena promove até o domingo (30) a Arena Diversão, entretendo o público com exibições de filmes em uma sala de vidro climatizada, aulas de zumba, área de games e baladas (22h à 0h).

Nesta temporada, o Tênis Clube Campos do Jordão promove até o domingo (23) o Bier Haus, com apresentações de jazz, discotecagem e comidas típicas alemãs. A Baden Baden foi reformada na área externa e interna. Agora, os visitantes entrarão em uma sala de projeção audiovisual que apresenta conteúdos diversos como a história dos quatro amigos que fundaram a cervejaria.

Entre as fondues, duas boas opções são o restaurante Charpentier, do Hotel Frontenac, e o Ludwig. Nesta época de frio, ambos oferecem fondues em duas opções: tradicional de queijo (no Charpentier, desde R$ 125,00; e no Ludwig, desde R$ 215,00); e o de carne (desde R$ 161,00 no Charpentier; e a partir de R$ 235,00 no Ludwig). Para a sobremesa, o de chocolate sai por R$ 116,00 no Charpentier, e ganha uma versão renovada no Ludwig com toblerone, por R$ 114,00.

SERVIÇO:

48º Festival de Inverno: até 30 de julho. Ingressos: http://www.compreingressos.com/48fcj

Boulevard Campos do Jordão. Avenida Macedo Soares, 499, Campos do Jordão, (12) 3663-5144. Até 29 de julho.

Arena Diversão. Centro de Eventos André Franco Montoro – Rua Eunice Solis Além, 140, Campos do Jordão, (12) 3262-2799. Segunda a quinta, 16h às 22h; sexta e sábado, 14h à 1h; domingo, 14h às 22h. Ingressos: http://www.aloingressos.com.br. Até 23 de julho.

Bier Haus. Tênis Club Campos do Jordão. Avenida Paulo Ribas, 76, Campos do Jordão, (12) 3663-1313. Sexta,18h às 00h; sábado, 12h à 00h; domingo, 12h às 18h. R$ 15,00. Até 23 de julho.

Baden Baden. Avenida Matheus Costa Pinto, 1653, Campos do Jordão. Segunda a domingo, 10h às 17h, em intervalos de uma hora. R$30,00. *Agendamentos por telefone (12) 3664-2004, disponível entre 10h e 18h ou presencialmente.

36004_santo-antonio-do-pinhal-3SANTO ANTÔNIO DO PINHAL

Refúgio de quem deseja economizar ou fugir da movimentação de Campos do Jordão, a cidade também encanta os visitantes. Até 8 de agosto, de quinta a domingo, acontece o Festival de Inverno. O evento conta com uma programação cultural gratuita com feira de artes, festa da orquídea e shows. Na hora do almoço ou do jantar, a boa é o restaurante Donna Pinha (o antigo Santa Truta), que manteve a tradição e oferece uma boa truta com molho de pinhão por R$ 50,00 o prato individual. Durante os passeios, vale conhecer o Atelier Eduardo Miguel Pardo. O simpático artista faz esculturas em madeira e sua oficina fica em um belo cenário: ao lado de um jardim e um lago. Outro lugar idílico é o Jardim dos Pinhais, parque com oito jardins temáticos, um gazebo relaxante e vários animais.

SERVIÇO:

Donna Pinha. Avenida Antônio Joaquim de Oliveira, 647, Santo Antônio do Pinhal, (12) 3666-2669.

Atelier Eduardo Miguel. Roteiro do Lajeado, Km 1, 203, Santo Antônio do Pinhal, (12) 3666-1821.

Jardim dos Pinhais. Avenida Antônio J Oliveira, 2600, Santo Antônio do Pinhal, (12) 3666-2021. Segunda, quarta, quinta e sexta, 9h às 17h; sábado e domingo, 9h às 18h. Fecha às terças. R$ 26,00. *Saída guiada a cada 1 hora.

Estação Ferroviária de Paranapiacaba

PARANAPIACABA
(53 quilômetros de São Paulo)

A vilinha charmosa do distrito de Santo André, no ABC, recebe neste mês seu tradicional Festival de Inverno, com shows, exposições, contação de histórias e oficinas distribuídas pelas ruas principais e pontos turísticos da cidade. O evento é gratuito e acontece nos sábados (22 e 29) e domingos (23 e 30), com programação das 10h às 19h. Se for ao lugar pela primeira vez, vale conhecer o Museu Castelinho. Construído em 1898 e restaurado em 2005, traz a história da vila ferroviária e peças da ferrovia. De quebra, têm-se dali uma das melhores vistas da região. O festival não terá comida, mas há algumas boas opções de restaurantes, caso do Estação Cavern Club, de cozinha variada, que tem entre os destaques uma ótima costela suína servida com arroz negro e geleia de cambuci (desde R$ 69,00). Um senão: o trem especial da CPTM que leva até lá, saindo da Estação da Luz, está com ingressos esgotados até setembro. Ou seja: para ir até o vilarejo, é preciso recorrer ao carro.

SERVIÇO:

XVII Festival de Inverno de Paranapiacaba. Sábados (22 e 29) e domingos (23 e 30), 10h às 18h. Grátis. Informações: www3.santoandre.sp.gov.br/fip

Museu Castelinho. Rua Caminho do Mendes, s/nº, Paranapiacaba, 4439-0321. Sábado e domingo, 9h às 16h. R$ 3,00.

Estação Cavern Club. Avenida Fox, 525, Paranapiacaba, 4421-1760.

Ski Mountain Park: show de neve artificial

SÃO ROQUE
(66 quilômetros de São Paulo)

Nesta época do ano, as vinícolas da cidade recebem dezenas de visitantes. A principal é a Góes, que oferece duas opções de passeios: visita monitorada pela fábrica, com degustação de quatro vinhos (R$ 35,00 por pessoa); e degustação de quatro vinhos, sem a visita (R$ 15,00 por pessoa). Neste domingo (23), a vinícola permitirá que os visitantes levem seus pets ao passeio; e no próximo, dia 29, haverá um encontro com a sommelier Silvia Mascella. Outra atração é o Ski Mountain Park, que nesta temporada promove um show de neve (artificial) nos fins de semana, às 17h. Para esquentar, a Chocolateria oferece fondues individuais até R$ 15,00. Para almoçar, uma boa opção é o português Quinta do Olivardo, cujo destaque é uma posta de bacalhau preparada na brasa, com batata aos murros, cebola e pimentão, regado no azeite, acompanha arroz e salada. O prato custa R$ 188,00 e serve duas pessoas. Para quem desejar passar o final de semana por lá, o São Roque Park Hotel tem disponibilidade para receber visitantes a partir do sábado (22). A diária por casal em um quarto simples é de R$ 209,00, e em um quarto com ar frio e quente, além de televisão a cabo, sai por R$ 270,00.

SERVIÇO:

Ski Mountain Park. Estrada da Serrinha, 1500, São Roque, (11) 4712-3351. Terça a domingo, 10h às 18h. Fecha às segundas. Entrada: R$ 10,00 (pedestre) e R$ 30,00 (automóvel). Passaporte: R$ 69,30 (crianças de 4 a 6 anos) e R$ 99,80 (acima de 7).

Vinícola Góes. Estrada do Vinho, km 9, São Roque, (11) 4711-3500. Segunda a sexta, 8h30 às 18h; sábado e domingo, 9h às 18h30.

Quinta do Olivardo. Estrada do Vinho, km 4, São Roque, (11) 4711-1100 /1923. Segunda a quinta, 9h30 às 17h30; sexta e sábado, 9h30 às 22h; domingo, 9h30 às 19h.

São Roque Park Hotel. Avenida Antonino Dias Bastos, 318, São Roque, (11) 4712-3121.

Igreja Matriz: no centrinho de Cunha

CUNHA
(230 quilômetros de São Paulo)

A grande atração deste inverno, aqui, é o festival Acordes na Serra, que está em sua 24ª edição e acontece até 30 de julho na Praça da Matriz. Entre as atrações, muita música raiz e moda de viola, com os violeiros da cidade e uma apresentação da banda cover Bee Gees Alive. As delícias gastronômicas ficam por conta dos ingredientes típicos da região, como truta, shiitake, pinhão e cordeiro. Um dos restaurantes que oferece pratos com esses itens é o Quebra Cangalha, que apresenta o pernil de cordeiro ao alecrim com purê de maçã como sugestão para os dias frios. A Cervejaria Wolkenburg promove aos sábados, domingos e feriados, degustação gratuita de seus chopes artesanais. Para quem quer dormir na cidade, a Pousada Barra do Bié oferece café da manhã, incluso na diária, que vai até as 14h. Os quartos, charmosos, têm cama king-size, lençóis térmicos e lareira. Há trilhas gostosas para passear. Diária para o casal a partir de R$ 735,00. Pacotes com mais dias têm preços promocionais.

SERVIÇO:

24º Festival de Inverno Acordes na Serra. Praça da Matrix, Centro, Cunha/SP. Até dia 30 de julho acontecem shows e festivais gastronômicos entre 10h e 23h. Entrada gratuita.

Restaurante Quebra Cangalha. Rua Manuel Prudente de Toledo, 540, Cunha. Durante o mês de julho e feriados, aberto todos os dias até as 23h. Tel: (12) 3111-2391.

Cervejaria Wolkenburg. Estrada Cunha/Paraty (SP 171), km 66, entrando sentido Pedra da Macela. Após a entrada, trecho de 2,5 quilômetros em estrada de terra até a cervejaria. Tel: (12) 3111-6048. As degustações acontecem aos sábados e feriados, das 11h às 17h e domingos, das 11h às 16h.

Pousada Barra do Bié. Rodovia Cunha/Paraty (SP 171), km 59, (andando por mais 5,8km de estrada de terra) Cunha, São Paulo, tel. (12) 3111-1477.

monte-verde-avenidaMONTE VERDE
(190 quilômetros de São Paulo)

Shows, concertos, apresentações de rua e oficinas culturais fazem parte da programação da 5a edição do Festival de Inverno de Monte Verde, que promete esquentar os sábados até o dia 29 de julho. Tudo acontece em torno da Avenida Monte Verde, a principal via da cidade, que reúne empórios, restaurantes, cafés, galerias de arte e lojinhas charmosas. Entre os destaques do local estão a Geleias da Tia Nata (o pote custa 20 reais e os sabores de morango, amora e framboesa são os mais vendidos) e a Casa da Lúcia, onde é servido o melhor strudel da região. Para quem quiser se hospedar na cidade, o Refúgio do Selado ainda tem quartos disponíveis para o final de semana de 28 a 30 de julho. Diárias a partir de R$ 910,00 para a suíte tradicional. As suítes com hidromassagem custam um pouco mais caro: R$ 1000,00 por casal.

SERVIÇO:

Geleia da Tia Nata. Rua Bem-Te-Vi, 84, Centro, Monte Verde/MG. Tel: (35) 3438-1641. Segunda a sábado, 7h às 17h.

Casa da Lucia. Rua da Mantiqueira, 198, Monte Verde/MG. Tel: (35) 3438-1156. Segunda a sábado, 7h às 19h.

Refúgio do Selado. Rua Esmeralda, 485, Centro, Monte Verde/MG. Tel.: (35) 3438-1402.

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Robes invadem as ruas e elevam a lingerie a novo patamar

Da esquerda à direita, look do desfile de primavera/verão 17 da Chanel, robe da marca Rianna + Nina, a modelo Emily Ratajkowski e a atriz Marlene Dietrich nos anos 1930 || Créditos: Divulgação/Reprodução

Impossível não notar a invasão de robes, também conhecidos como roupões ou penhoares, pelas passarelas e ruas mundo afora. A tendência dá sequência ao hibridismo entre pijama e ready-to-wear iniciado com o boom das camisolas usadas nas ruas como vestidos, e homenageia Marlene Dietrich e Greta Garbo, as primeiras a introduzir, nos anos 1930, a peça como opção confortável para circular pelas rodas do cinema.

O conceito amadureceu entre os estilistas e hoje a peça usada sobre pijamas é base para versões de casacos, vestidos ou até como saída de praia. Quem define por onde ele pode – e deve – circular, é o material que o compõe, bien sûr.

Entre as opções disponíveis no mercado, destaque para as versões da alemã Rianna + Nina, criados inteiramente com cachecóis vintage, o modelo com cinto de judô da Marni (foto abaixo) e os da também italiana Attico, que mergulhou com tudo na tendência. No Brasil, a Amaro é ponto certo para encontrar opções. Nas passarelas, Chanel, Lacoste e Band of Outsiders são algumas das marcas que apresentaram recentemente a peça.

Mas não confunda a tendência com um desejo em massa de ficar em casa! Nem com a típica cena de filme americano onde o personagem acorda e veste seu penhoar para buscar o jornal na porta de sua casa com uma xícara de café na mão. Com styling caprichado, os robes prometem ser “a” peça da temporada. Isso graças a sua versatilidade

CASUAL

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Da esquerda à direita, look do desfile de primavera/verão 17 da Chanel, robe da marca Rianna + Nina, a modelo Emily Ratajkowski e a atriz Marlene Dietrich nos anos 1930 || Créditos: Divulgação/Reprodução

Para um visual relax e com acento andrógino, use-o como um sobretudo por cima de uma calça mais despojada, de preferência com boca mais larga, que pode ou não acompanhar o mesmo tecido ou cor do robe. Combinar com o duo camiseta + jeans também não tem erro! Dica: neste caso, use-o semi ou totalmente aberto. O acessório indispensável? Uma bebida do Startbucks para deixar o look com mood ainda mais comfy.

AO TRABALHO!

Da esquerda à direita, robes das marcas Racil, Mango, Racil e Marni || Créditos: Divulgação

Para trabalhar, a dica é combinar robes de materiais mais sofisticados à calças de alfaiataria e investir em um bom sapato. Chiqueria!

FESTAS

Da esquerda à direita, robes das marcas Aticco (os três primeiros) e Galvan || Créditos: Divulgação

Já para noitadas em que pedem sofisticação, opte com versões feitas com tecido ou ornamentos mais sofisticados, e use-os como vestidos, sem nada por baixo. Aqui, o melhor truque de estilo é escolher modelos de comprimento midi e combiná-lo à sandálias com amarrações.

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Coleção Dior é inspirada nos jardins do Palácio de Versalhes

dior-versailles-cote-jardin-3A maison Dior acaba de lançar uma nova coleção de joias para 2017. Para realizá-la, Victoire de Castellane , diretor artístico da divisão foi inspirado nos místicos “Jardins do Palácio de Versalhes” – Paris.

Apelidado de « Dior à Versailles, côté Jardins », a coleção da Dior Joias foi baseada nas criações que ilustram a arte de viver francesa através de cores contrastantes.

dior-versailles-cote-jardin-2O resultado desta coleção representa joias, fontes, flores, luxo, ruas arborizadas mas também lagos, rosas e o jardim de Versailles. Cada um destes elementos foram mostrados através de uma parte desta coleção.

Uma linha constituída de diamantes, safiras e esmeraldas

Para aprimorar a sua nova coleção de joias, Victoire de Castellane escolheu diamantes, safiras e esmeraldas. O diretor artístico da Dior imaginou um anel de diamante amarelo referente ao príncipe Hamlet.

dior-versailles-cote-jardin-1Já este anel foi inspirado pelo domínio de Maria Antonieta, criação sublimada por diversos diamantes, cercados por um arranjo floral com aparência natural. Para realizar estas joias finas, ele levou 800 horas para criar nas oficinas da Dior.

O colar de diamantes “Trianon” também é uma parte essencial da coleção “Dior no lado jardins de Versalhes.” O último foi concebido à imagem dos jardins geométricos deste castelo de prestígio.

dior-versailles-cote-jardin-4Para reproduzir flores realistas, esta quarta peça é composta por uma grande diamante central e uma variedade de pedras coloridas, tamanhos e formas, exigindo toda a perícia dos artesãos da Dior.

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“Nunca tivemos uma geração tão triste”

Para o psiquiatra Augusto Cury, é urgente ficar mais offline e ensinar os filhos a contemplar o belo

augustocuryAugusto Cury, o famoso psiquiatra que tem livros publicados em mais de 70 países e dá palestras para multidões no Brasil e lá fora, lançou recentemente uma versão para crianças e adolescentes do seu best-seller Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século. O autor conversou com a gente sobre os desafios de se criar os filhos hoje e não poupou críticas à maneira como a família e a escola têm educado os pequenos. Confira!

Excesso de estímulos
“Estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV. Eles estão perdendo as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam  gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema ‘bateu, levou’, e a desenvolver altruísmo e generosidade.”

Geração triste
“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”

Dor compartilhada
“É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? Os pais precisam falar de suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral. Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir sua história, transformam seres humanos em consumidores. É preciso sentar e conversar: ‘Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei’. Quando os pais cruzam seu mundo com os dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos em sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações.”

Intimidade
“Pais que não cruzam seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio-emocionais.”

Mais brincadeira, menos informação
“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”

Parabéns!
“Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis.”

Conselho final para os pais
“Vejo pais que reclamam de tudo e de todos, não sabem ouvir não, não sabem trabalhar as perdas. São adultos, mas com idade emocional não desenvolvida. Para atuar como verdadeiros mestres, pai e mãe precisam estar equilibrados emocionalmente. Devem desligar o celular no fim de semana e ser pais. Muitos são viciados em smartphones, não conseguem se desconectar. Como vão ensinar os seus filhos e fazer pausas e contemplar a vida? Se os adultos têm o que eu chamo de síndrome do pensamento acelerado, que é viver sem conseguir aquietar e mente, como vão ajudar seus filhos a diminuírem a ansiedade.

claudia.abril.com.br

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50 tons de cinza, pompons e mais: as tendências da semana de alta-costura em Paris

A última semana de alta-costura inverno 2017/2018 agitou Paris com desfiles mil. Com apresentações poderosas como a da Chanel, que reuniu no Grand Palais Tilda Swinton e Kristen Stewart, e Christian Dior, com seu desfile ao ar livre e presenças ilustres do calibre de Jennifer Lawrence, Elizabeth Olsen, Robert Pattinson e Kirsten Dunst, a cidade recebeu ainda apresentações da Armani Privé, Schiaparelli e Giambattista Valli – todas com fila A disputada e repleta de glamurettes. Para muitas labels, foi a primeira vez no calendário que alguns protocolos foram quebrados. A Federação de Alta-costura e da moda, rompeu com a tradição quando permitiu que cinco marcas dos Estados Unidos (Rodarte e Proenza Schouler), Inglaterra (Peter Dundas), Austrália (Toni Maticevski) e França (Hermès) mostrassem suas coleções de ready-to-wear no evento o que gerou uma série de tendências que jamais veríamos antes. Quer saber no que apostar?

50 tons de cinza

Zuhair Murad, Dior e Chanel

A Dior, foi uma das primeiras a apresentar o cinza na passarela e em conotações bem diferentes. Durante a semana toda, outras marcas também trouxeram o tom para a passarela, que apareceu em looks diversos: conjuntos de tweed, vestidos esvoaçantes de chiffon para Zuhair Murad e vestidos finos com rendas e franjas em macramé na Chanel. As peças mais claras e fluidas certamente serão um sucesso entre as estrelas que circularam na primeira fila – Elizabeth Olsen, Kirsten Dunst e a recém-platinada Karlie Kloss -, enquanto peças de alfaiataria serão investimento certeiro para a clientela regular.

Flores

Rodarte, Valentino e Giambatista Valli || Créditos: Reprodução Instagram

A coleção da estreante Rodarte chamou muito a atenção durante a semana de moda. E não foram apenas as roupas. A dupla formada por Kate e Laura Mulleavy apresentou um tema floral dominante, com deslumbrantes coroas de flores que adornavam as cabeças das modelos e roubaram o show. Este verdadeiro campo de flores foi visto em outras apresentações como o quase sempre romântico Valentino e o opulento Giambatista Valli.

Pompons

Pompons e muitas cores no desfile outono-inverno da Fendi || Créditos: Reprodução Instagram

Com um casting cheio de estrelas que incluiu Kendall Jenner e a embaixadora da marca, Bella Hadid, a Fendi apresentou sua coleção “Flowers From Another World” durante o último dia da semana de moda de alta-costura de Paris. A visão artística de Karl Lagerfeld foi traduzida para o outono-inverno 2017/2018 através de modelagens impecáveis de alta costura, aplicações de flores tridimensionais – tendência forte da semana de moda – e uma paleta de tons acesos e pastel, ignorando o cinza. Junto com as flores, os pompons também estavam no centro das atenções do show, presente desde o sapato até o ornamento do cabelo, lembrando e muito, aqueles utilizados nos anos 90.

O jardim florido de Karl Lagerfeld para a Fendi || Créditos: Reprodução Instagram

Alfaiataria

Dior, Proenza Schouler e Schiaparelli || Créditos: Reprodução Instagram

Como sempre, a alfaiataria da semana de moda de alta-costura é um ponto notável. Devido às exigências da Federação, as modelagens, costuras e acabamentos são impecáveis e merecem atenção especial. O clássico new look da Dior se repetiu por algumas vezes na passarela. Proenza Schouler apostou em um desfile quase todo em preto e branco e mesclou pontos de couro em casacos longos compostos com vestidos de renda. Até para Schiaparelli sobraram blazers bem cortados sobrepostos a vestidos esvoaçantes.

Capas

Eliee saab, Zuhair Murad e Schiaparelii || Créditos: Reprodução Instagram

As capas voltam com tudo e apareceram multicoloridas por cima de vestidos longos, estilo camisola e macacões. Ótima aposta para fazer as vezes da alfaiataria em um encontro mais poderoso.

Tule

Giambatista Valli, Maison Margiela e Zuhair Murad || Créditos: Reprodução Instagram

Tule e organza são tecidos que aparecem com frequência nos desfiles de alta-costura já que, claro, envolvem muitos vestidos de gala. O toque de irreverência ficou por conta do desfile da Maison Margiela que mostrou entre tantas peças, um trench-coat de organza que revela sutilmente o look por baixo da roupa, desejo absoluto. Vale ficar de olho nas saias de tule combinadas a tops cropped que já tomaram conta do streetstyle lá fora.

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10 TOP DÚVIDAS SOBRE CASAMENTOS

Pippa Middleton em seu recente casamento

A quantidade de detalhes e opções em relação ao grande dia do casal não para de aumentar e, assim que a data é marcada, o relógio parece acelerar e amplificar as dúvidas que surgem ao longo do processo de organização e planejamento de um casamento. Com mais de 20 anos de experiência no assunto, a jornalista e especialista em etiqueta, comportamento e moda Claudia Matarazzo respondeu a Donna 10 perguntas sobre o casamento moderno para ajudar e tranquilizar as noivas, cerimonialistas e outros profissionais de casamentos.

1. Por onde deve começar o planejamento do casamento?

Quando se fala em casamento, estamos falando de um mercado que trabalha com uma cifra de US$ 10 bilhões ao ano, apenas no Brasil. Então, é claro que o céu é o limite em relação a algumas coisas. Só que, para quem é noivo, há um limite, sim. Portanto, os noivos precisam definir em primeiríssimo lugar o tipo de casamento que vão querer e qual é o orçamento disponível.

2. E quem opta por um miniwedding no lugar de um megaevento?

É uma tendência os noivos convidarem apenas familiares e amigos próximos. Trata-se de um casamento com um mínimo de umas 50 pessoas e um máximo de umas 120. Eu acredito que tudo aquilo que é escolhido com verdade pelos noivos fica lindo. Dá para fazer um casamento com mais qualidade, com mais exclusividade, que vai ser uma coisa inesquecível – e os noivos vão aproveitar muito mais. Eu acho uma ótima escolha.

wedding-748x4993. Quem paga pela festa ainda é o pai da noiva?

Antigamente, eram a noiva e a mãe da noiva que decidiam quase tudo em relação ao evento. Hoje, são os noivos, juntos. O noivo, que antes era só um acessório (risos), hoje participa igualmente das decisões. Antigamente, também, costumava ser o pai da noiva quem arcava com as despesas do casamento. Graças a Deus, hoje isso mudou. Agora, todo mundo paga um pouco. As famílias participam, e os noivos se casam mais velhos e também ajudam. Algumas vezes, inclusive, são os próprios noivos que pagam tudo.

4. Como cortar a lista de convidados?

O ideal é que cada família tenha o direito de convidar 25% do total e os noivos, os 50% restantes. Deve-se convidar familiares próximos, pessoas de quem todos realmente gostem e cujo sentimento seja recíproco. Um amigo meu diz que jamais se sente obrigado a convidar para o seu casamento qualquer pessoa com quem ele nunca tenha compartilhado um cafezinho na casa delas.

wedding25. E quanto à tradição de a noiva se atrasar?

É o cúmulo da falta de educação. É uma prova de grosseria mesmo. A noiva teve meses para se preparar para a data e pensar em todos os possíveis imprevistos. Nada justifica os atrasos.

6. Crianças devem ser incluídas?

Se você for incluí-las, lembre-se de ter um espaço destinado a elas na festa, um espaço com recreação, babás, lugar para brincar, cardápio próprio e tudo o que é necessário. Se você não tiver esse espaço, coloque nos envelopes dos convites “Sr. e Sra. Fulano de tal” e não “Sr. e Sra. Fulano de tal e família” – e torça para que os seus amigos respeitem o sobrescrito. Outra técnica é avisar boca a boca. Comente com as mães de filhos pequenos: “Decidimos fazer a festa sem crianças, sabe? Queremos os pais de folga para curtirem de verdade” ou algo assim, que deixe implícita a falta de estrutura para crianças no evento.

7. Qual a idade ideal para as daminhas de honra?

As daminhas hoje usam fraldas! Gente, vamos aumentar a idade das daminhas? Eu sei que criança de dois anos é fofa, mas criança pequena sente sono, não anda quando tem de andar. Às vezes, empaca e chora! Para escolher as daminhas, eu sugiro crianças que obedeçam a comandos, ou seja, a partir dos seis anos. Nessa idade elas entendem, já sabem segurar o xixi, essas coisas.

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No casamento do príncipe William com Kate Middleton, a cena da daminha incomodada com a ovação do público que ficou famosa e correu o mundo. Já essa imagem do casamento de Pippa Middleton, irmã de Kate, mostra que ela aprendeu a lição: vestiu as damas e pagens em modelos possíveis e leves de modo que as crianças ficassem mais confortáveis .

Churrasco pode ser uma opção de cardápio para casamento?

Claro que pode. Por que não? Se faz parte da cultura local. Nesse caso, eu sugiro que o casamento seja no campo ou ao ar livre. Além das carnes variadas, podem ser servidas saladas, folhas verdes e pães. Para acompanhar, caipirinha, cerveja e sucos e um espumante leve.

9. Quantos tipos de bebidas devem ser servidos na festa?

Em primeiro lugar, festa de casamento não é cardápio de restaurante. Então, não precisa haver uma lista de opções. A gente sabe que a quantidade de bebida consumida em festas é enorme e deve ser escolhida de acordo com o perfil dos convidados. Antigamente, por exemplo, era um espumante para quatro pessoas, ou até para seis. Hoje, é um espumante para cada pessoa . E, já que esse exagero parece irreversível, apenas oriente o serviço para administrar bem isso e intercalar passando muito suco, água e, em intervalos regulares diminuir a oferta de álcool. Para não ter uma imagem do seu dia como essa do mico abaixo registrada para sempre…

wedding33310. E quanto a servir energético?

Sobre o energético, vem o lado libanês da Claudia falando! (risos) O energético misturado com bebida dá aquele pique que os convidados vão até as 8h da manhã. Então, as pessoas vão comer muito mais, porque você vai ter que servir uma ceia e um café da manhã. E, nesse caso, você precisa calcular toda essa comida extra para o número total de convidados, além de muito mais bebida. Não sei até que ponto é vantagem. Será que eu quero todo mundo doidaço ou será que eu quero todo mundo feliz e encerro um pouco mais cedo? Sem os energéticos, encerra-se às 4h em vez de às 8h da manhã.

Entrevista concedida a Revista Donna de Porto Alegre em julho de 2017

claudiamatarazzo.com.br

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Lançamento do livro de Larissa Souza

19657263_1458965490856859_2072794793505456898_nNessa sexta-feira estarei presente no lançamento do livro de Larissa Souza.

E quero convidar vcs, para conhecerem essa talentosa escritora.

 Venham !!!

 19959319_1466630073423734_8972177127592521775_nO evento acontecerá na Livraria Martins Fontes dia 14/07 às 18:30.

Av. Paulista  509

 

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Está Faltando ETIQUETA na VIDA ONLINE

Recentemente um garçom de um restaurante badalado de Curitiba foi demitido por postar no Facebook uma “brincadeira” na qual sugeria que havia servido ração para o técnico de um time de futebol da capital. Mesmo após os pedidos de desculpas, o rapaz foi demitido por justa causa. A punição por esse (mau) comportamento nas redes socais parece óbvia e direta, mas a verdade é que hoje não há separação do sujeito virtual do sujeito na “vida real”. Por isso, as pessoas devem aprender a se comportar nas redes sociais.

narciso-capaIsso mesmo. Está faltando etiqueta na vida online. O cidadão só posta fotos com copos de bebida alcoólica na mão, briga com todo mundo por causa de política, publica detalhes íntimos da sua vida. Na hora de ser contratado, essa postura é analisada pela empresa. “A maioria das companhias está de olho nas redes sociais. Isso não é mais exceção.  O comportamento online dos candidatos é muito avaliado. Para o bem e para o mal”, explica Claudia Matarazzo, especialista em etiqueta e autora de 18 livros sobre o assunto.

A especialista é taxativa. Se ficar em dúvida se publica ou não aquela foto mais sensual ou piada engraçadinha a recomendação é: não poste. Veja as dicas da Claudia para evitar complicações no trabalho ou até mesmo deixar de ser contratado para uma vaga que deseja por conta do mau comportamento nas redes sociais:

Seja discreto

A verdade é uma: as pessoas precisam aprender que não é necessário postar todos os detalhes da vida, o tempo todo, nas redes sociais. Discrição é uma qualidade esquecida em tempos de superexposição e precisa ser resgatada.

Não dê palpite sobre tudo

As redes sociais amplificaram as ditas “conversas de bar”. Hoje todo mundo acha que precisa comentar tudo, questionar tudo, palpitar sobre tudo. Evite conversas polêmicas demais, principalmente se há risco de ser mal interpretado. Guarde suas opiniões para você de vez em quando. Elas não são tão importantes assim.

Evite selfies em excesso

Postar uma foto bem arrumado, saindo para uma festa, todo mundo gosta. E deve, claro! Mas publicar fotos suas todos os dias – ou até mais vezes por dia – dá a impressão que você não se preocupa com outra coisa a não ser si mesmo. É um excesso.

Não exponha detalhes íntimos

Publicar assuntos muito pessoais, envolvendo filhos, relacionamento ou até questões biológicas sobre o próprio corpo não é visto com bons olhos por empregadores e empresas. Aqueles desabafos sentimentais podem gerar mais repercussão do que muita gente imagina. Preserve-se.

Xingar o chefe anterior nunca!

Tem gente que aproveita a saída de um trabalho para expor todo o descontentamento profissional que carregou por anos. Evite fazer comentários pesados sobre ex-colegas ou chefes e expor a empresa em posts nas redes sociais. Isso tudo pode ser analisado pelo futuro empregador e não contará pontos a seu favor.

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