Amor a distância

Fazer amor por telepatia satisfaz só na música de Rita Lee.Mas, na prática, o cheiro, o toque e a convivência do dia a dia fazem a maior falta.Isso sem falar que casais distantes geograficamente são obrigados a praticar namoro_virtualum outro tipo de sexo, aquele virtual, meio sem graça, ou ter paciência chinesa para manter o controle para transas eventuais ou, na pior das hipóteses, longos períodos de abstinência.E a lista de problemas vai além: a distância entre casais gera saudade e insegurança excessivas.
 É fato que a internet facilitou (e muito) a vida de casais fisicamente separados.Mas nenhum computador do mundo ainda é capaz de superar a convivência real.Aos poucos, as pessoas estão se dando conta de que não é tão fácil assim, o romance virtual demanda muito mais empenho que o real.
 De jeito ou de outro, webcams, torpetos, telefonemas com detalhes bobos do cotidiano ajudam a diminuir o abismo.Só que a “proximidade” virtual pode gerar cobranças e controle exagerado.

Revista Marie Claire

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