Semana de moda de noivas em NY libera a cor preta para o altar. A moda pega?

No que depender de alguns estilistas que se apresentaram durante a semana de moda de noiva que rolou em Nova York na última semana, a de primavera/verão 2018, o preto está liberado para o altar. A não-cor, símbolo de força, poder, mistério e sobriedade, e que transmite a sensação de sofisticação, domina coleções das estilistas Reem Acra e Kelly Faetanini e da marca Marchesa. Mas a graduação de preto varia de passarela a passarela.

A libanesa Reem Acra adaptou a ausência de cor para o dia do “sim” tendo como tema o filme “Bonequinha de Luxo”. Em muitos modelos é possível ver a elegância do icônico vestido Givenchy criado para a personagem de Audrey Hepburn. As silhuetas são geralmente clássicas, mas o preto também aparece em modelos all white por meio de véu, laços e luvas (fotos abaixo). Dose de luxo para as noivas mais góticas. Ou góticas suaves…

Já para a Marchesa, o preto assumiu papel mais romântico, ressaltando ora a cintura, ora o decote como uma moldura. Nos pés, a anabela na cor preta com plumas e renda. Mistura inusitada que deu certo.

Kelly Faetanini pensou diferente. Usou a cor para “dividir” seus modelos na passarela. Truque de estilo usado para ressaltar a parte do corpo que desejar. Ora a cor dá vida na parte de cima, com body de renda combinado a saia, ora dá peso na parte de baixo, com saia volumosa.

São muitos os significados atribuídos ao preto no decorrer da história. Entre eles, destaque para o final do Renascimento, em meados do século 17, quando o código de elegância barroca estabeleceu a cor como a correta a ser usada para demonstração de índole religiosa. Na época, ela foi aceita como vestido de noiva. Anos depois, no início do século 20, era comum entre noivas de famílias de baixo poder aquisitivo usar vestidos na cor preta que iam até o pé, combinados às vezes a véus brancos – para que depois pudessem ser reaproveitados em outras festas. Vale lembrar que Luciana Cardoso, que se casou com Fausto Silva em 2001, subiu ao altar a bordo de um vestido preto e foi super elogiada na época.

Segundo Karl Lagerfeld, “o preto é a cor que cai bem em todos. Com o preto não tem como errar”. Já Yves Saint-Laurent afirmava que “o preto simboliza a ligação entre a arte e a moda”, enquanto Gianni Versace achava que “o preto é a quintessência da simplicidade e elegância”. Agora é com você: vai apostar?

glamurama.uo.com.br

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